domingo, 21 de outubro de 2018
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Gandu

31/05/2018 ás 19h30 - atualizada em 01/06/2018 ás 08h48

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Redação

Gandu / BA

Após morte da filha, homem acusa hospital de demorar em autoriza a transferência de sua filha que acabou falecendo.
"Levo a dor de uma perda, perda essa que, será insubstituível", disse ...
Após morte da filha, homem acusa hospital de demorar em autoriza a transferência de sua filha que acabou falecendo.
Foto: Arquivo Pessoal_facebook

Um fato lamentável aconteceu no município de Gandu, na última quinta-feira, 24/05/2018. Um pai de nome Luan Filipe Brito Hermes , morador do Bairro Teotônio Calheira, cidade de Gandu – BA, usou das redeis sociais para fazer desabafo de uma situação que envolveu sua filha recém-nascida, conforme publicação do mesmo, houve negligência por parte da direção do Hospital João Batista Assis, na ocasião, a recém-nascida de apenas 2 dias acabou não resistindo.


Na íntegra, leia o desabafo do pai.


“Levo a dor de uma perda, perda essa que, será insubstituível, mas me apego com Deus e peço conforto para mim e minha esposa.


Mas venho aqui falar da Saúde pública deste município. Quinta ( 24/05/2018) presenciei um fato vergonhoso, onde médicos pediram a transferência de minha filha com urgência e ouvir de uma chefe do hospital com arrogância que a menina não precisava ser transferida, onde vi uma pessoa que pra mim nem é ser humano, falar que as ambulâncias da cidade estavam viajando, sendo que tinha uma ambulância escondida, mas não queriam liberar a ambulância por conta da mesma está fora do seguro ou então por conta de querer entregá-la no dia do aniversário da cidade, onde vi o vereador Cicynho chegar com sua ambulância e de imediato souberam mandar a ambulância que estava escondida, que mesmo assim tive que esperar mais 2 horas de relógio para ver minha menina entrar na ambulância, sendo que o médico já tinha pedido a transferência desde as 4 horas da manhã e minha menina foi transferida depois de muito sufoco às 13 horas da tarde, onde também já tinha assinado um termo de responsabilidade para retirar a menina do hospital, mas mesmo assim não liberaram a menina.


Levo a dor e raiva por ter sido impedido de lutar pela vida de minha filha, e espero em Deus que a Justiça seja feita!


Luan Brito, cidadão ganduense, vítima junto com sua família da incompetência no Hospital Municipal de Gandu”.



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