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Brasileiros carregam tocha olímpica entre apreensão e esperança

De acordo com o protocolo olímpico, duas semanas antes da participação, cada corredor e seus familiares começam a ser monitorados, com medição de temperatura.

11/04/2021 10h19
Por: Redação
Brasileiros carregam tocha olímpica entre apreensão e esperança

A ansiedade por participar de um evento histórico tem dividido espaço com a preocupação em relação à pandemia da Covid-19.

Mas, enquanto conta os dias para carregar a tocha olímpica, a brasileira Taeko Kimura, 21, afirma que a emoção de poder participar do revezamento faz a esperança ser maior que o medo.

"Não dá para negar que o risco existe, mas a comissão organizadora tem se mostrado muito preocupada em fazer tudo de forma segura. Isso tem me tranquilizado", afirma ela, que é natural de Manaus (AM) e reside na cidade de Kosai (província de Shizuoka) desde 2008.

Única estrangeira dentre as 63 pessoas selecionadas para participar do revezamento em sua província, ela conduzirá a chama no dia 23 de junho.

De acordo com o protocolo olímpico, duas semanas antes da participação, cada corredor e seus familiares começam a ser monitorados, com medição de temperatura.

Três dias antes de carregarem a tocha, os participantes são submetidos ao exame PCR. E, no dia do evento, o uso de máscara é obrigatório --tanto para os corredores quanto para o público.

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