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Interpol e PF cumprem 12 mandados de prisão na BA

Operação foi iniciada nesta quarta (12). Mandados são cumpridos na Bahia e outros cinco estados, além de países como Espanha e Tailândia.

12/08/2020 09h50
Por: Redação
Operação foi iniciada nesta quarta (12). Mandados são cumpridos na Bahia e outros cinco estados, além de países como Espanha e Tailândia.
Operação foi iniciada nesta quarta (12). Mandados são cumpridos na Bahia e outros cinco estados, além de países como Espanha e Tailândia.

A Polícia Federal (PF) e a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) iniciaram a 2ª fase de uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas na manhã desta quarta-feira (12). 

Doze mandados de prisão e outros 10 de busca e apreensão são cumpridos principalmente na Bahia, entre Salvador, Lauro de Freitas e Conceição do Coité, e também nos estados de Sergipe, Maranhão, Pará, São Paulo e Santa Catarina.

A investigação começou em maio de 2019, a partir de denúncias recebidas pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Segundo a PF, a organização criminosa é especializada no tráfico aéreo, com o uso de "mulas", como são chamadas as pessoas que transportam as drogas escondidas nas bagagens.

Os entorpecentes eram levados principalmente para os países da Europa e da Ásia.

Ainda entre os 12 os mandados de prisão, três estão sendo cumpridos no exterior, com o auxílio da Interpol: dois na Espanha e um na Tailândia. Os investigados irão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

A operação foi chamada de Olossá. A PF detalhou ainda que em maio de 2019, quando as investigações começaram, a polícia descobriu que o proprietário de uma barraca de praia em Lauro de Freitas usava o estabelecimento para aliciar as mulas e que ele era o principal integrante da quadrilha nessa função.

Esse homem, que não teve identidade divulgada, providenciava as passagens, documentos e dinheiro para custeio da viagem. A PF apurou ainda que cada pessoa que fazia o transporte da droga recebia R$ 20 mil se conseguisse transportar os entorpecentes sem ser preso.

A Polícia Federal estima que cada transporte realizado poderia gerar lucro de quase R$ 500 mil. Durante toda a investigação, antes da operação ser deflagrada, dez pessoas foram presas quando tentavam embarcar para o exterior com cocaína escondida na bagagem.

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